Para Cláudio Lopes, 'ou se legaliza, e o governo passa a explorar o jogo, ou se reprime de vez'. O procurador-geral disse ainda que a pena precisa ter um caráter pedagógico e que a clandestinidade não vai deixar de existir facilmente.
De acordo com o advogado criminalista Roberto Delmanto Júnior, existe interesse em se deixar o jogo do bicho ilegal, pois assim não se paga imposto de renda, não se tem fiscalização estatal, hão há controle das apostas e nem da regularidade dos ganhadores. “Há aqueles que vão defender a ilegalidade, porque há uma absoluta falta de controle”, disse. Para ele, o jogo é uma questão cultural e isso vai esbarrar na criminalização. Roberto afirmou ser favorável à legalização disse que esse é um assunto muito mais complexo do que a simples criminalização do jogo. “Acho que tornar o jogo crime será mais uma lei para não ser cumprida no país”, completou. |